Bio

premioRicardo Boléo (n. 1984) é mestre em Teatro – especialização em Artes Performativas – Escritas de Cena pela Escola Superior de Teatro e Cinema (2013), licenciado em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2011) e frequentou as Faculdades de Comunicação, História e Letras assim como a Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, Brasil (2009/2010). Em 2014 é-lhe atribuída a Bolsa Jovens Criadores CNC/IPDJ.

Publica os títulos de poesia Segredos (2007), Quem Não Dormiu (2010) e memórias de sal (2013). Realizou a última entrevista concedida pelo dramaturgo Jaime Salazar Sampaio, publicada pela revista Os Meus Livros (2010). Escreveu diversos textos acerca de arte e cultura para publicações regionais e nacionais, destacando-se o ensaio Pedra-de-toque – a palavra na mensura do gesto magistral na primeira edição de Inércia de Fernando Pessoa (2014). Para teatro publica A Rainha de Trapos (2013), Éter (2013) e um volume com os textos Temperantia – Estou de dieta & Fuga [sem saída] (2011). No Brasil publica o texto Nóbrega (2010) do qual são realizadas leituras dramatizadas no Teatro Gamboa Nova em Salvador. No âmbito das Leituras no Mosteiro, organizadas pelo Centro de Documentação do Teatro Nacional São João no Porto, é lido o seu texto Terra (2013).

Em 2016 é nomeado pela Federação Internacional de Cineclubes para integrar o júri FISS/FICC no XXII Festival Caminhos do Cinema Português. É confundador da estrutura UmColetivo para a qual cria 10 espetáculos entre 2013 e 2015. Em 2018 funda a estrutura artística Em Nome do Caos da qual é diretor artístico.

Tem trabalhado regularmente como dramaturgo, dramaturgista, encenador e intérprete tanto em teatros (Teatro Turim, Teatro da Trindade, Teatro Nacional D. Maria II, etc.) quanto em espaços não convencionais (Animatógrafo do Rossio, Armazéns Abel Pereira da Fonseca, etc.) em diversos espetáculos, dos quais se destacam Ionesco’s (2002), Temperantia – Estou de dieta! (2009), Diagonais (2013), Éter (2013), a mais terna ilusão (2013), Inércia (2014), radiografia de um nevoeiro imperturbável (2014), cântico (2014)silêncio (2015)A morte do Príncipe (2016) e #Emigrantes (2019).

 

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